Pensei em milhares de coisas pra escrever nessa resenha. O bom é que só tenho coisas boas para falar de "O Homem que Calculava". E lamento muito que só li esse livro agora... Queria muito que isso tivesse acontecido a dez anos atrás. Eu não gostava de matemática, sempre achei muitas coisas muito inúteis. Depois de velho, passei a ter mais maturidade e olhar melhor para os números...
Não que "O Homem que Calculava" fale apenas de números, continhas, teoremas e blá, blá, blá, não é isso, porém vai muito além.
Como de praxe, começarei falando da capa, conteúdo, etc. A capa é muito linda! Chama atenção. Um belo tom de azul nas bordas lisas. No centro, fosco, uma bela figura de homens tipicamente árabes ilustra belamente a capa. Gostei bastante, ótimo trabalho da Record.
Complementando, a estrutura do livro é muito bem organizada. Algumas expressões e nomes dignos de nota se encontram brevemente explicados em notas de rodapé e no final do livro tem um Glossário. Ou seja, a princípio, você não precisa quebrar o ritmo de leitura para se ligar nos termos, expressões e personalidades citadas ao longo do texto e isso eu acho excelente!
Outro ponto forte do livro é que está tudo estruturado em contos. E são relativamente curtos. Então quem tá procurando uma trama mega elaborada dos livros atuais, esqueça! Não é essa a temática do livro.